segunda-feira, 2 de junho de 2014
Agora aturam-me ...paciência
Depois de descobrir que as cegonhas não existem e que a minha catequista não contou a verdade toda sobre a Maria, descobri que a minha vinda ao mundo não foi porque a cegonha se enganou no código postal, foi mesmo por vontade (e muita vontade) dos meus paizinhos. Passei de ervilha a espiga na barriga da dona Rosalinda porque ela assim quis.
Eu não pedi a ninguém para nascer, não andei de porta a porta a pedir uma barriga, nem prometi aumentos no abono de família caso viesse ao mundo, por isso agora têm que aturar.
Cuidar de uma filha não é como cuidar de uma máquina de lavar, eu não ligo nem desligo quando eles querem, quem decide quem torce e quem destroce aqui sou eu! E eles têm que mostrar que estão ao meu lado para o quer der e vier, e têm que ser os primeiros a dar a mão em caso de «avaria», o que acontece com alguma frequência! Quando eles precisarem eu também dou uma mãozinha, eles também merecem ... e até deu jeito ter nascido, eu fazia falta!
Beijinhos com mel,
Tina Castelo
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Boa Noite Tina Castelo:)
ResponderEliminarÉs muito queridaaa !!!
boa Tina Castelo:)
ResponderEliminarcontinua assim!!!!